O Caningado é um blog laboratório da disciplina Reportagem
Especializada, produzido pelos alunos da 4ª série de Jornalismo, com o objetivo
de exercitar a prática jornalística das editorias do Jornalismo na Zona sul de
Natal.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Bares e restaurantes de Ponta Negra oferecem diversão e boa gastronomia
Por: Beatriz Damásio
Foto: Alfredo Guerra
Foto: Alfredo Guerra
Ponta
Negra é um dos bairros mais famosos da capital potiguar e possui uma grande variedade de
bares e restaurantes. São muitas opções para atender a todos os gostos e paladares.
“O
bairro tem bares muito bons, assim como ótimos restaurantes, o Camarões, Sal e
Brasa e Pinga Fogo são boas opções”, afirma o natalense Bruno Marcos.
Localizado na Avenida Roberto Freire, o Decky bar é uma das opções do bairro. É frequentado,
principalmente por pessoas que gostam de música ao vivo. Com uma programação musical variada oferece diversão musical todos os dias. O forte da casa é o estilo pop rock.
O Decky foi fundado em 2002 e realiza
eventos como o Réveillon, entre outros. “A ideia da fundação do Decky era trazer para Natal uma casa que tivesse um pop rock mais centralizado para
todo mundo”, constata o gerente do local, João Batista.
Outra opção da bairro, com ambiente rústico, é o restaurante Páprika. Ele oferece uma programação cultural diversificada, de música ao vivo a shows de humor. “O restaurante valoriza os artistas locais e possui uma vasta
programação com ótima gastronomia”, afirma Dani Negro, cantora potiguar que faz
parte da programação cultural da casa.
Augusto Henrique é garçom do Páprika e diz que a casa trabalha com um cardápio voltado para frutos do mar e pratos típicos
da região e tem clientela diversificada, são turistas de todo o mundo.
A paulista Gislaine
Ferreira conta que está vindo pela primeira vez a Natal e está
encantada com a beleza das praias e com a gastronomia do local. “A comida é
maravilhosa e o camarão é tudo de bom.”
Com diversas opções de bares e
restaurantes, Ponta Negra atrai todos os públicos interessados em diversão noturna e boa
gastronomia, com direito a apreciar a bela paisagem do local.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
O Morro do Careca é um dos monumentos naturais de Natal
Por: Valéria Freitas
Vista do Morro do Careca na Praia de Ponta Negra. Foto:
Valéria Freitas.
Na praia de Ponta Negra encontra-se um dos principais pontos turísticos e cartão postal da capital, o famoso Morro do Careca. A duna tem mais de 100 metros de altura, é margeada por vegetações de restinga que tem como função principal fixar dunas. Anos atrás, esse monumento natural era uma fonte de diversão para banhistas, moradores e diversos turistas que visitavam a praia de Ponta Negra. Eles subiam e desciam pelas areias da duna monumental. Em 1997, através de uma ação civil pública, o local se tornou uma área de preservação ambiental (APA) para evitar que as areias descessem e o morro diminuísse de altura, ocasionando a mudança do cenário tradicional.
De acordo com o portal G1-RN (INTER TV), o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, (IDEMA), em 2015, implantou uma cerca no local para evitar a subida, porém a mesma cedeu em função do avanço das marés e teve que ser refeita.
Os paulistas, Avelino Melo, de 71 anos, e a sua esposa, Santina Feraver, de 67 anos, disseram que o Morro do Careca é muito bonito. Mesmo o Morro do Careca interditado, ele continua sendo um dos pontos mais visitados em Natal. “É o grande ponto turístico, o cartão postal de Ponta Negra, todos que vêm a essa praia quer conhecer esse cartão postal, é uma atração para os turistas”, diz a comerciante Erica Dayane.
No local, encontra-se diversos meios de renda por ser uma praia bastante visitada. “O principais motivos das visitas são por causa da bela praia e do Morro do Careca aqui presentes” afirma o garçom Guilherme Scheid.
Na praia de Ponta Negra encontra-se um dos principais pontos turísticos e cartão postal da capital, o famoso Morro do Careca. A duna tem mais de 100 metros de altura, é margeada por vegetações de restinga que tem como função principal fixar dunas. Anos atrás, esse monumento natural era uma fonte de diversão para banhistas, moradores e diversos turistas que visitavam a praia de Ponta Negra. Eles subiam e desciam pelas areias da duna monumental. Em 1997, através de uma ação civil pública, o local se tornou uma área de preservação ambiental (APA) para evitar que as areias descessem e o morro diminuísse de altura, ocasionando a mudança do cenário tradicional.
De acordo com o portal G1-RN (INTER TV), o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, (IDEMA), em 2015, implantou uma cerca no local para evitar a subida, porém a mesma cedeu em função do avanço das marés e teve que ser refeita.
Os paulistas, Avelino Melo, de 71 anos, e a sua esposa, Santina Feraver, de 67 anos, disseram que o Morro do Careca é muito bonito. Mesmo o Morro do Careca interditado, ele continua sendo um dos pontos mais visitados em Natal. “É o grande ponto turístico, o cartão postal de Ponta Negra, todos que vêm a essa praia quer conhecer esse cartão postal, é uma atração para os turistas”, diz a comerciante Erica Dayane.
No local, encontra-se diversos meios de renda por ser uma praia bastante visitada. “O principais motivos das visitas são por causa da bela praia e do Morro do Careca aqui presentes” afirma o garçom Guilherme Scheid.
Comércio na Orla de Ponta Negra passa por modificação
Por: Rafael Araújo
Decreto regulamenta a venda de produtos no local
Comércio da Orla de Ponta Ponta é fiscalizado pela prefeitura de Natal. Foto: Rafael Araújo.
A praia de Ponta Negra é uma das responsáveis
por trazer milhares de turistas a capital potiguar todos os anos. Além do Morro
do Careca, o comércio ambulante movimenta a orla. É impossível caminhar pelo
calçadão e não ser abordado por diversos vendedores que tentam realizar a venda
de seus produtos.
“Mesmo na praia, observo bastante a forma de
abordagem dos comerciantes e ambulantes e também a maneira em que os produtos
são apresentados. O comércio na orla é bem diversificado e procuro sempre
consumir mercadorias de qualidade”, disse Júnior Marcos, frequentador da orla.
Entre os meses de setembro e
janeiro, a grande movimentação de turistas e moradores da cidade no local
aumenta, possibilitando uma grande saída dos produtos e serviços
disponibilizados ao longo dos quatro quilômetros de orla.
Alice Lisboa, 34 anos, trabalha
há três anos com artigos de artesanato em geral, na orla da praia. “O melhor
período para realizar a comercialização dos meus produtos é durante as férias,
quando o fluxo de pessoas aumenta. São 22 anos trabalhando com arte. As vendas
na praia fazem com que eu sustente a minha família, é através desse trabalho
que eu quero garantir uma vida melhor para os meus filhos”, disse.
A comercialização na orla da
praia de Ponta Negra divide opiniões. A quem defenda os vendedores alegando o
sustento de suas famílias, mas também os que discordam, apontando os preços
exorbitantes cobrados pelos comerciantes da praia, por se tratar de uma área
turística.
Proibição de venda irregular na orla
No início deste ano, a prefeitura de Natal publicou o decreto nº 10.949, que trata da regulamentação e
fiscalização sobre as vendas na orla marítima de Ponta Negra. O decreto institui
a criação do Grupo de Fiscalização para Orla de Ponta Negra. O principal
objetivo do grupo é coibir o uso indevido do espaço público e demais bens de
uso comum da população na praia.
Para o comerciante João Bezerra, a
criação do Grupo de Fiscalização não surtiu muito efeito, segundo ele, os
ambulantes continuam realizando a comercialização indevida de produtos na
praia. “Nós como comerciantes, mesmo com esse decreto da prefeitura de Natal,
continuamos prejudicados. A grande cobrança por parte do governo, quanto a
impostos e tantas outras burocracias continua sem valia, já que a fiscalização
é fraca”, afirmou o empresário.
As novas regras apontam que a
venda na orla da praia só pode ser realizada por meio de autorização da prefeitura, como também informa que os materiais apresentados para
comercialização devem estar em perfeita condição de uso.
De acordo com Felipe Gomes,
supervisor de fiscalização e controle de autorizações e licenças ambientais da
Semurb, em tese, todos os comerciantes devem ter a licença para o funcionamento
e a comercialização dos produtos na orla, o que na prática não acontece. O
último cadastramento realizado pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos
(Semsur) foi no ano de 2014, segundo levantamento, mais de 1600 pessoas
realizam atividades comerciais na orla.
“No fim de 2015 demos início a
ação integrada de fiscalização na praia, seguindo até o mês de maio deste ano.
Atualmente, um novo decreto de posturas está sendo elaborado para que a
fiscalização comece a ser realizada com mais precisão”, explicou o supervisor.
O trabalho de fiscalização na
orla é coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo
(Semurb), juntamente com outras secretarias, e acontece como forma de blitz, a
qualquer hora, a fim de monitorar se os comerciantes estão desrespeitando as
novas regras.
sábado, 26 de novembro de 2016
Arte nas mãos da Vó Maria
Por: Valéria Freitas
. Vó Maria fazendo renda. Foto: Valéria Freitas
A
renda de bilro surgiu no século XV, na Itália, chegou ao Brasil com a colonização
portuguesa. Na Zona Sul de Natal encontra-se a Vila de Ponta Negra, local
cultural e rico em histórias. A renda de bilro faz parte da cultura do bairro, pois próximo à igrejinha fica um ateliê onde todas as tardes, das 12h às 17h, as artesãs se reúnem para fazer renda.
Maria de Lurdes de
Lima, de 82 anos, mais conhecida como Vó Maria, tem uma simpatia que encanta a
todos que chegam no local. “Eu faço renda desde os meus sete anos de idade e
aprendi a fazer com rendinha estreita, renda em metro, hoje só querem fazer com
renda grosseira, querem fazer roupa”, disse.
Para
Maria de Lurdes a renda tornou-se diferente na produção de antigamente para
hoje, porque as rendeiras produzem mais pensando no lucro, não fazem exatamente
porque gostam da arte de tecer.
O bairro vem sofrendo transformações e isso afeta diretamente nas
finanças, ou seja, os moradores tentam encontrar outra maneira de sobrevivência,
fazendo da sua arte um negócio próprio. O
trabalho é manual, as peças demoram dias, semanas, ou até mesmo, meses para
ficarem prontas. É um trabalho demorado e feito com cuidado, e mais valorizado por turista do que pelos próprios potiguares.
As peças têm preços variados, as mais simples custam aproximadamente 30 reais, já as
mais detalhadas chegam ao valor de 200 reais. Segundo Maria da Glória de
Lima, de 56 anos, filha da Vó Maria, elas passam meses sem
vender nenhuma peça.“Passei
seis anos sem produzir nada de renda, meses atrás voltei a rendar algumas peças
pequenas”, conta a filha.
Os
jovens da Vila de Ponta Negra não têm interesse em aprender, levar a diante essa cultura, essa tradição local, “tenho netas e filhas, apenas uma sabe fazer
renda, mas mesmo assim não gosta de fazer”, lamenta Vó Maria.
“A
tradição aqui em Ponta Negra já era para ter acabado, não acabou porque meu
filho gosta de cultura e consegue alguns trabalhos e cursos para eu fazer”,
conta ela.
Ela
aprendeu a fazer a renda com mulheres que ela conheceu, em Pirangi, e pretende
levar essa tradição para futuras gerações. “Eu tenho um amor tão grande pelo meu
trabalho, pra mim é uma coisa muito boa, enquanto eu existir e Jesus me der
mentalidade pra criar eu vou trabalhar com a renda de bilro”, afirma Vó Maria.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
A Prática do futevôlei cresce em Ponta Negra
Por: Ariel Dantas
Foto: Ariel Dantas
Na praia de Ponta Negra o futevôlei vem ganhando adeptos de todas as idades.
Há dois anos, o projeto Escolinha Black Point, analogia ao lugar, foi criado
com o objetivo de incentivar os novos desportistas.
Há 30 anos, chegava ao Rio Grande do Norte um
esporte nascido, na década de 1960, nas areias do Rio de Janeiro. O Futevôlei
foi criado com a finalidade de unir dois principais esportes praticados no
Brasil: o futebol e o vôlei.
A partida acontece numa quadra de areia, com
medidas de 9 metros de largura e 18 de comprimento, dividida ao meio por uma
rede de 2,20 metros de altura. O jogo não tem tempo fixo, é separado em
três períodos, mais conhecidos como sets.
Maurício Antônio de Lima, mais conhecido como
“passarinho”, é jogador profissional, há dez anos, e associado à Federação
Norte-rio-grandense de Futevôlei (FNFV).
Ele é o coordenador e mantém a escolinha, que atualmente possui 20
participantes, com apoio de amigos e colaboradores. “É muito difícil patrocínios.
Mandei fazer os uniformes e tive que tirar do meu próprio bolso”.
Os praticantes de
Ponta Negra enfatizam o pouco apoio ao esporte. “A federação deixa muito a desejar.
Porque existe uma verba destinada às competições locais, mas não é organizado
os eventos”, reclamou Edson (Dinho), 31, atleta profissional da cidade de
Canguaretama, que também organiza pequenos torneios patrocinado pelos
comerciantes e pequenos empresários. Uma das queixas dos atletas é a falta de
locais para a prática do esporte.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Um estádio que rendeu 7 títulos ao ABC em 10 anos
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| Estádio Frasqueirão é considerado uma das sete maravilhas do RN (Foto: José Carlos Borges). |
Por: José Carlos Borges
Estrutura, amor e esporte, estas são as palavras que definem o estádio Frasqueirão, considerado o principal patrimônio do ABC Futebol Clube e a sexta maravilha do Rio Grande do Norte. Inaugurado em 22 de Janeiro de 2006, localizado no Complexo Sócio-Esportivo Vicente Farache, com capacidade para 18 mil torcedores, se tornou o palco das principais conquistas do “Mais Querido” nos últimos anos.
Como tudo começou
Através do então presidente Judas Tadeu Gurgel que, em um período no qual o clube passava por diversos problemas financeiros, e dependendo do antigo estádio Machadão para mandar seus jogos, ele teve a ideia de fazer a primeira permuta, conseguindo pagar todas as contas do clube e, a partir daí, a possibilidade de dirigir o “Projeto Frasqueirão” e dar início ao sonho do alvinegro em possuir próprio estádio, consequentemente reduzindo os custos que tinha quando atuava em outras praças esportivas.
“O ABC é um clube de tradição e nós conhecíamos a história de outros clubes com estádio próprio e aí vimos que o nosso clube poderia ter o seu. Então, levamos o projeto para o conselho que aprovou e hoje temos o orgulho de possui o Frasqueirão”, afirma Gurgel.
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| Atual presidente do ABC, Judas Tadeu foi o responsável por fazer o Frasqueirão “sair do papel” (Foto: Globoesporte.com) |
Estrutura do Complexo Sócio-Esportivo Vicente Farache
Com uma estrutura invejável no futebol do RN, o Complexo Sócio-Esportivo Vicente Farache comporta a parte administrativa do clube, apartamentos que abrigam, tanto os atletas das categorias de base, como também os profissionais que ficam em concentração no complexo em vésperas de jogos importantes. Entre outros locais que pertencem ao complexo, há salas reservadas para a nutrição, o treinador, troféus, departamento de futebol, refeitório, fisioterapia, fisiologia, academia, delegacia, imprensa, ouvidoria, triagem, além de locais mais específicos como estacionamento, auditório para a preleção com os atletas, área dos torcedores e sócios, como camarotes e bares, entre outros.
Grandes jogos que marcaram o estádio Frasqueirão e as conquistas do clube
O estádio Frasqueirão, ao longo dos seus dez anos de existência, se tornou palco de grandes jogos que marcaram a vida do torcedor alvinegro. Entre eles destacam-se o título de Campeão Estadual em 2007, com o garoto Wallyson marcando quatro gols na goleada em cima do América, seu maior rival, por 5x2, e o único título nacional do futebol norte-rio-grandense conquistado pelo ABC no Campeonato Brasileiro da Série C, em 2010, contra o Ituiutaba (MG). Além desses títulos, o clube também conquistou outros quatro Estaduais (2008,2010-2011 e 2015), inclusive nesta atual temporada, quando voltou a levantar a taça do Campeonato Potiguar após um jejum de quatro anos, goleando novamente o seu principal rival.
“ABC e América, em 2007, quando tomamos o título do América com quatro gols de Wallyson foi para mim uma conquista memorável neste estádio”, afirma seu Luiz, funcionário do clube.
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| Com a conquista da Série C em 2010, o ABC se tornou o único clube do RN com um título nacional (Foto: Elpídio Júnior) |
Benefícios obtidos pelo ABC após a construção do Complexo Vicente Farache
A construção do seu complexo e, principalmente do estádio Frasqueirão, foi fundamental para que o ABC se tornasse um clube independente e com uma praça esportiva que lhe gerasse lucro e receita anual, sem necessidade de gastos com aluguel, como ocorria na época em que o clube jogava no antigo Machadão. Segundo o vice-presidente de futebol do clube Rodrigo Salustino, os benefícios obtidos pelo clube foram unir o local de treino com o de jogo e o da concentração, fazer com que o elenco tenha total conhecimento sobre o local do jogo, além de agregar um maior valor ao clube e uma facilidade para a captação de patrocinadores.
Principais torcedores do ABC
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| Fanática pelo ABC, Deuzinha afirma "amo mais o ABC do que meus filhos" Foto: José Carlos Borges |
Em toda a história de um clube, um dos principais pontos que lhe representam são os torcedores, e com o ABC não podia ser diferente. O clube possui seus personagens que, jogo a jogo, vêm movimentando as arquibancadas como é o caso de Deuzinha, têm outros que emocionam não só a torcida alvinegra, como também outras pessoas, como o garoto João Gabriel que, apesar de lutar para desenvolver melhor um tratamento físico, nunca desistiu de seus sonhos e um dia pretende ser goleiro do seu clube de coração. Ele foi homenageado pela torcida com um bandeirão (grande bandeira que busca representar um símbolo referente ao clube ou torcida). Não podemos esquecer, é claro, do roupeiro Joca que, há anos, segue trabalhando no clube.
“Esse estádio para mim é considerado uma das sete maravilhas do mundo, foi a melhor coisa que Judas Tadeu fez junto com a torcida abcdista e isso é nossa alegria, nossa casa, temos casa para jogar. Eu amo mais o ABC do que meus filhos”, comenta, de maneira sorridente, a torcedora Deuzinha.
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